segunda-feira, 22 de julho de 2019

2019!!!

Oi pessoal!!

Enfim 2019 e já estou atolada arf.
Muito me aconteceu em 2018, por isso fiquei parada e nem me deu para parar um bocado e vir dar uma actualizadas aqui no blog... Tanto que fiz, tanto que cozinhei..tanta coisa, tanta...

Para começar, deixei de trabalhar, tive mais um filho, mudei de país, e aqui estou eu ainda a adaptar-me à nova vida de mãe de dois lindos rapazes e fiz tantas doçuras e delícias, ao longo desse tempo que nem sei por onde devo começar a escrever.
Como voltei a estar activa no blog, vou ter de organizar as ideias e soltá-las todas, para que não se percam.


Por ter mudado de país, tive de deixar todo o meu material de confecção (buáááá) (já disse todo?? Todo mesmo: bicos, sacos de pasteleiro, formas, corantes, livros, tudo menos a imaginação) e esse foi um dos motivos porque tenho estado parada, sem criar na prática, fico só pela teoria mesmo (imaginem ter de criar sabores e combinações e ter de ficar só pela teoria).

A pior parte de ter deixado tudo pra trás é de estar numa zona em que o material que tem é muito básico, como corantes líquido (a pior coisa, já não estou habituada a usar esse pesadelo), baunilha em pó, açucar baunilhado, chocolate em pó (gosto dos que vêm em barra, gosto de ser eu a cortá-lo) e muitas outras tantas coisas, e para poder arranjá-los tenho de viajar para a metrópolis mais próxima.
Estive la há umas semanas mas o tempo era escasso, só consegui comprar um conjunto de bicos, que 6 (de marca por mim desconhecida) me saíram ao preço de 2 da Wilton e Ateco (que tinha). 

Enfim, é muita coisa a contar e vou contando á medida em que for publicando mais artigos.

Sejam felizes!








sexta-feira, 29 de março de 2019

Sucesso! Profiteroles

Oi pessoal!

Antes de me ter aprendido sobre cupcakes, o que mais me deixou deprimida em termos de cozinha, foi a experiência horrível que tive ao tentar fazer os afamados e gloriosos Profiteroles.
A receita pedia 3 ovos mas acabei usando 8 ovos (numa altura de contenção de custos, isso foi o cúmulo) e o resultado foi catastrófico: umas bolas pesadas e húmidas por dentro, simplesmente um desastre, por isso que foi tão traumático para o maridão...e com motivo.

Depois disso não quis mais saber de fazê-los porque o trauma foi tão grande que precisei de muito tempo para me recompor.

Passaram-se 2 anos e meio desde o major fiasco e já me tinha recuperado do susto. Um desses dias, pós-era dos cupcakes, e já com o instinto mais desenvolvido, decidi que queria voltar a tentar fazê-los e derrotar o monstro.
Fiquei meses inteiros a me preparar mentalmente para o desafio, quando, duas semanas atrás percebi que estava finalmente preparada para ir avante e comecei a procurar uma receita pequena para por-me á prova, novamente. Encontrei esta:

Ingredientes:
185ml de água quente
90g de farinha
50g de manteiga
3 ovos
(adicionei uma pitada de sal e outra de açucar)


Pré-aquecer o forno, em cima e em baixo, a 220g.
Numa panela, por a água e a manteiga até a manteiga derreter.
Assim que derreter, pôr, de uma só vez, a farinha e mexer até a farinha criar uma bola que descola da panela. Passar para uma tigela e deixar arrefecer um pouco (cerca de 10 minutos).
Á mão ou com uma batedeira de mão (eu cá prefiro a batedeira), acrescentar os ovos batidos, um a um e incorporar cada um muito bem na massa antes de adicionar o próximo, até a massa transformar-se numa pasta brilhante e um pouco líquida, como a consistência de pasta de dentes (eu apenas precisei de usar 2 ovos, e aí é que teve de entrar o instinto para perceber o ponto da pasta).
Por a pasta num saco de pasteleiro com bico liso grande (uso o Ateco 809).
Num tabuleiro, untar com manteiga e/ou colocar uma folha de papel vegetal e com o saco de pasteleiro, formar bolas de aproximadamente 4cm de diametro separadas por pelo menos 3cm de distância uma das outras.
Levar ao forno e assá-los por cerca de 20 minutos ou até a parte de baixo das bolas, dourar. Passado esse tempo, virar para o aquecimento para a parte de cima e assar por mais 20 minutos ou até dourar.
Assim que 


A receita que encontrei neste blog também é muito boa.

Sejam felizes!

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

São Valentim!!

Oi pessoal!!

É Dia dos Namorados!! 

Dia de São Valentim, muito amor no ar, recados, presentes (a maioria em chocolate), rosas e tal, tal e tal...
Mas, sabem porquê esse dia tem esse nome, dia de São Valentim???
Então, vamos que vos explico.

No Império Romano, do século III, viveu o bispo Valentim .


O Império estava envolvido em muitas guerras e poucos se alistavam como soldados para ajudar nas batalhas, e o imperador Claudio II pensou que o problema pudesse dever-se a nenhum homem querer abandonar suas esposas, noivas e namoradas para se arriscar numa guerra, pelo que ele decretou que o casamento foi proibido durante as guerras.
Mas... o bispo Valentim não concordou com isso e continuou realizando casamentos, ás escondidas (Romeu e Julieta style), mas quando isso foi descoberto, ele foi preso e condenado à morte.

Durante esse período, muitas pessoas lhe enviavam cartas e flores agradecendo pelos seu acto de coragem e que ainda acreditavam no amor. Na cadeia, ele se apaixonou pela filha de um dos guardas, que era cega. Milagrosamente, ele restaurou-a a visão, mas como ele tinha sido condenado à morte, não puderam ficar juntos.

Antes de ser executado, Valentim escreveu um recado de despedida à sua amada que terminava assim: “De seu Valentim”.

Com o tempo e com a popularização dessa história, "Valentim" passou a ser  sinónimo de pessoa amada.


Então, em Janeiro, a minha parceira no crime Uzee, no nosso grupo de brainstorm vem com a ideia de se criarem Pacotes de São Valentim, em que cada pacote tem a sua personalidade e reflecte cada fase de um relacionamento:



Pacote Paquera: representa a corte, para quem está na fase de cortejar alguém (independentemente do sexo). O Pacote Paquera é composto por 4 cupcakes de Chocolate com creme de baunilha numa forma cor de rosa, uma rosa cor de rosa e um cartão com um pequeno texto de conquista.





Pacote Romântico: representa mel entre os casais que querem renovar os votos do seu amor. O Pacote Romantico é composto por 4 cupcakes ChocoDuo numa forma vermelha, 3 trufas (bombons) de chocolate e laranja, uma rosa vermelha e um cartão com um pequeno texto romântico.





Pacote Picante: representa o erotismo, para quem busca sair da rotina da relação. O Pacote Picante  é composto por 4 cupcakes Carnal Temptations numa forma preta, 3 trufas (bombons) de chocolate e laranja, uma rosa vermelha e um cartão com um pequeno texto erótico.





*Pacote Picante Dark: a Uzee quis oferecer um Pacote Picante mas personalizado para alguém do Black Metal. Como eu também sou do mesmo género, soube logo como seriam os cupcakes.
Ao invés de ter feito com o creme vermelho-vivo e forma preta, fiz com creme roxo e preto com forma roxa, claro com purpurina, que não pode faltar.




Ficou um mimo. Quando ela viu ficou babada, sem palavras.


Como eu tenho dito: Carnal fazendo estragos!


Enfim, agora que ela começou com essa nova onda de inspiração, vou lhe explorar aproveitar.


Sejam felizes!


terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Sucesso! Carnal Temptation Cupcakes

Oi pessoal!

Em Agosto eu tive uma inspiração para fazer os cupcakes picantes e foi um verdadeiro fiasco, porque de picante acho que só tinham a cor do creme. Apercebi-me do meu erro, que foi ter posto o picante (neste caso, o piri-piri) no creme de natas: 

Natas = gorduras aos montes; gordura = anula o picante. E foi mais uma lição aprendida.

Depois de muitas buscas, finalmente aprendi que a melhor forma de salientar o picante, era de pôr o piri-piri na massa e não no creme.

Para tal, seleccionei pirpi-piris vermelhos, pilei-os com as sementes (porque o picante vem delas) e os deixei a ferver em 250ml de leite durante 15 min, em lume baixo, tendo sempre atenção de manter a quantidade de leite (se for possível, ir acrescentando aos poucos para compensar o que evapora, á medida que vai fervendo) e ir fazendo o teste do picante a cada 5 minutos.

Teste do picante
Quando o leite der a sua primeira fervura, a cada 5 minutos, prova o leite com uma colherinha para avaliar o picante.
Para mim é picante suficiente, mas sem dominar, quando depois de engolir o leite, consigo sentir o picante quase que imediatamente na parte funda da boca. Se o efeito picante demorar a se sentir, pode-se acrescenta mais piri-piri ou deixa-se ferver por mais tempo.

Caso não goste muito de picante mas gostaria, ainda assim, de dar algo extra ao sabor do cupcake, ao fazer o teste do picante, se sentir o picante apenas depois de 5 segundos, está bom para se sentir o picante apenas de leve, como se fosse uma característica do cacau, e não como um elemento extra, com personalidade própria.

É importante ter em mente que se deve avaliar o picante porque ao ser adicionado á massa, muito dele se perde, devido ás gorduras encontradas na massa, como a manteiga e as gemas.


Depois de feito o teste e obter um picante satisfatório, deixar o leite arrefecer e passá-lo por um coador para separá-lo das sementes e cascas.

Para esta receita, não precisei de usar coalhada e sim o leite picante.
Daí por diante, segui a receita de Bolo de Chocolate com creme de Baunilha e geleia de Morango e decorei com o creme vermelho de queijo (sem a parte do picante) ou o creme básico.


Et voilá!





Também fiz a versão roxa, para o noivado de uma amiga, no mes passado. Os convidados ficaram maravilhados com a suroresa do picante.

Quando levei os cupcakes para o serviço, muitos dos meus colegas estranharam a combinação, mas os que a provaram, adoraram.


E pronto, o sucesso não se alcança logo á primeira, o importante é saber onde se falhou, procurar formas de corrigir os erros e não desistir.


Sejam felizes!

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Enfim 2018!!!

Oi pessoal!

Como se costuma dizer: "ano novo, vida nova", é mais "atitude nova" que outra coisa e a atitude que se toma em relação a muitas coisas é importante na resolução de problemas.
A minha maior resolução deste ano é ser cada vez mais feliz e procurar sempre ser a melhor parte de mim.

Lembrem-se a resolução de um problema pequeno, ajuda na resolução do problema maior.

Como parte de mim são os meus adorados cupcakes, vou tentar fazer melhor, me atrever mais em busca dos meus objectivos maiores.


Desde o último mês, me vi a fazer as mesmas coisas de maneiras diferentes, de fazer mesmos os doces mas usando os mesmos ingredientes de forma diferente. Uma das últimas aventuras foi usar as pepitas num bolo de laranja maior loucura, coisa dos deuses.

Desde então, tenho me desafiado a continuar nessa linhagem, talvez assim consiga finalmente descobrir o Voodoo e os Mardi Gras entre os outros.


Então vamos lá falar dos meus atrevimentos feitos, so far.
Para o jantar de fim de ano, tive gula desejo de bolo de chocolate para mim, mas não podia deixar o maridão desamparado e fiz um para ele também, mas não de chocolate porque ele não gosta.



Floresta Negra
Bolo de Chocolate com creme de baunilha e geleia de morango

Estou eu a me enganar a dizer que sou profissional a fazer Floresta Negra, a me enganar porque o bolo é feito com chantilly e compota de cerejas, e eu insisto em fazer de outra maneira um dia vou fazer o original, mas por enquanto, por motivos morais, vou chamá-lo de bolo de chocolate com creme de baunilha e geleia de morango tenho de inventar um nome para este.

Segui a receita-base mas ao invés de pôr os 100g cacau no fim, com a farinha, pus depois de adicionar a coalhada e só depois adicionei 375g da farinha.

Porque o cacau altera a textura da massa, é preciso ter atenção á quantidade de farinha a adicionar: a quantidade total desses secos deve ser igual á quantidade que seria se fosse só farinha. Por exemplo, numa receita de 500g de farinha, se quiser adicionar cacau, poderá fazê-lo na proporção de metade-metade (250g de farinha para 250g de cacau) ou dois terços para um terço (375g de farinha para 125g de cacau), dependendo da densidade do sabor de chocolate que desejar, confome o gosto.

Após a adição do cacau, adicionar a farinha na massa, o fermento e o bicabornato de sódio (nunca bater), seguir conforme manda o resto da receita.

Á parte, fiz o creme de manteiga básico e preparei a geleia de morango. Eu uso a de compra, apenas dou uma mexida com uma colher de chá de limão para poder soltá-lo um pouco.

Depois do bolo arrefecido, cortei-o em 3 parte e recheei a primeira camada, a de baixo, com um terço do creme de manteiga, cobri com a segunda parte, recheei esta com a geleia e cobri com a terceira parte.
De resto, cobri o bolo todo com o restante creme e decorei-o conforme bem me deu na tola.

Et voilá!

  

Também fiz o mesmo e distribuí a massa pelas formas de cupcakes, só não foram decorados porque a gula foi mais forte:





Bolo de Banana

Como tinha dito, tinha de fazer um bolo para o maridão também para não se sentir abandonado, fiz um de banana que ele já me tinha pedido para fazer. Então segui a receita-base e adicionei 2 bananas e assei na forma. Até aí tudo bem.

Quando ponho o bolo na grelha para arrefecer, ele começa a "derreter" (imaginem um bolo de areia numa grade de galinheiro), começou a desfazer-se. Deu até dó de ver.

Como tínhamos sorvete, decidimos servir o bolo na taça com sorvete. Ele comeu simples, eu, claro, tive que pôr outras coisas: grânulos de chocolate e ficou uma loucura, simplesmente, divino.
 Eu depois descobri o porquê do "derretimento" do bolo: tinha posto farinha a menos para a quantidade de banana que tinha posto.

A banana é muito húmida e ela deixa o bolo muito húmido; assim, a massa precisava de mais farinha para equilibrar a estrutura e a humidade.

Lesson learned.



Rosas de Maçã


No fim de semana seguinte, lembrei-me de algo que um dia o maridão fez cá em casa com maçãs há uns aninhos. Voltei a ver a receita no Pinterest e decidi experimentar, para dar continuidade ás experiências.

Como já tinha usado mais de metade do pacote de massa folhada (cerca de 2 terços), usei o terço que tinha sobrado, duas maçãs Granny Smith (as verdes), sumo de limão, passas, canela em pó e açucar branco (as quantidades dependem do gosto de cada um).

Cortei as maçãs quartos e cortei os quartos em tiras de mais ou menos 3mm e reservei numa tigela e pus sumo de meio limão por cimal, para não escurecerem.
(as rosas das imagens foram feitas com as maçãs Ambrosia (as vermelhas mais comuns)
Estendi a massa em um rectângulo grande e cortei em tiras de aproximadamente 7cm de largura ao longo do comprimento da massa folhada e dispus as tiras horizontalmente, na metade de cima da massa folhada, lado a lado com as pontas uma em cima da outras e fechei com a parte de baixo da massa folhada.
A seguir, enrolar a tira com a maçã, como se quisesse fazer um caracol.
Depois do caracol feito (que ficará com um aspecto de rosa), colocar cada rosa numa forma para cupcakes e assar até a massa folhada estar cozida, qualquer coisa como 30 minutos a 250ºC.




Bem, eu não tinha seguido a receita, apenas vi já feito e tive a ideia de fazer, por isso que as minhas "pétalas" das rosas ficaram feias estranhas, porque não me lembrei que as tinha de as pôr na horizontal e as pus na vertical, por isso, o resultado foi este (não estranhem, a intenção é que vale - Lesson learned).

E assim foi a estreia de 2018!



Vamos, sigam em frente e não tenham medo de experimentar e sejam felizes!

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Bolo de Laranja com Pepitas de Chocolate

Oi pessoal!

Estou nesse quest para voltar á rotina dos cupcakes e já tenho uma listinha dos que tenho de fazer.
Mas para já, para "re-treinar a mão", experimentei fazer um bolo para ver se o instinto ainda estava aguçado.

Fiz a receita-base de cupcake (uso essa receita para cupcakes e bolos, resulta para os dois lados); costumo adicionar uma colher de sopa de raspa de laranja* para bater com a manteiga para que o movimento ajude a libertar os seus óleos essenciais.
Após envolver a farinha (nunca bater, pois assim desenvolve-se o glúten e a massa fica elástica, e nõ é isso que se quer num bolo e sim num pão), acrescentei 250g de pepitas (ou pedaços) de chocolate e envolvi na massa até ficarem bem distribuídas. NUNCA BATER A MASSA, tratá-la com muito carinho para fazer um bolo fofo.


A mãe de um antigo namorado, que também faz bolos, ensinou-me um truque que uso sempre que faço bolos: ao invés de untar a forma da maneira tradicional, com manteiga e farinha, passar a forma por água fria e sem limpá-la, meter a forma molhada no congelador e só atirar quando for para pôr a massa no forno; tem de ser rápido para que a água gelada remanescenete não derreta.

Não é científico nem comprovado pelos que possuem Estrelas Michelin, mas o truque resulta mesmo!! Parece que a água gelada forma uma camada protectora na massa e cria humidade suficiente para que durante a cozedura não queime (pode acontecer queimar, nenhum truque é infalível).
Além de prático, é barato e, sinceramente, para os mais preguiçosos, é mais higiénico (poupa-nos de ter de sujar as mãos depois do processo de untar a forma).


Deixei a massa a cozer por 40 minutos a 200ºC e ao tirar o bolo, fiquei extasiada com o cheiro que saiu do forno e envolveu a cozinha.

 Tive que me conter para deixar o bolo arrefecer para que as pepitas solidificassem (a graça do bolo está aí). Claro que não consegui, e ataquei o bolo morno com as pepitas ainda moles.

O que mais gostei nesse bolo, foi a fusão do sabor da laranja e do chocolate.


Duas semanas depois, decidi passar essa receita para as formas de cupcakes.
O resultado foi uniforme e delicioso.

Voilá i cupcakes:

*Sempre que tenho laranja e limão em casa, tenho o hábito de raspar as cascas, guardá-las num potezinho e congelá-las. Mantêm-se sempre frescas e são fáceis de usar, mesmo para os salgados. Experimentem.



Já abri a temporada de descobertas e novas experiências.
Espero concluir as pendências dos cupcakes que não consegui acertar das outras vezes:
- Voodoo
- Mardi Gras
- O de maçã
- O GinCin
e a lista continua


Até lá, sejam felizes!

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Voltando dos mortos!

Oi pessoal!

Estive parada por uns 4 meses (coisas de serviço) e a partir da próxima semana estarei de volta para vos brindar com mais novidades, com novos sabores e novas aventuras.
A cada mês, volto cada vez mais para mim mesma, para minha versão antiga (algumas partes pré-natal) e para o meu novo eu, que a cada dia me apaixono mais por ele.

Para já, estou nesse processo de investigação, estou a amadurecer as pesquisas que tenho feito e experimentando novas técnicas.


Recebi, de uma amiga, revistas de casa, daquelas dos anos 90 com receitas, dicas de decoração e moldes para roupa e tudo isso, coisa chique (para pobre tudo é chique kkkkk). A primeira que abri, tinha receitas indianas que fiquei super curiosa e ansiosa de experimentar. E ainda estou no ritmo de experimentar as principais receitas dessa revista. O problema é que são muitas revistas e livros... Um dia termino tudo prometo.



Enfim, vou aproveitar estas duas próximas semanas para me preparar para a volta, e espero voltar em grande.


Entretanto, 

Sejam felizes!

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Alter-Ego

Oi pessoal!

Sou um universo!
Como ser humano e, principalmente, por ser mulher, sou composta de várias facetas e adoro-as todas.

De vez em quando gosto de visitá-las, e mostro uma faceta diferente do que as pessoas estão habituadas e isso as surpreende porque conhecem um lado meu que afinal desconheciam.

Eu costumo dizer-lhes: 'A minha personalidade é como o meu corpo, é revelada aos poucos'.

Sou mais de calças jeans e blusas do que vestidos ou saias justas, mas quando decido pô-los, revelo o corpo curvilíneo que digo, sem qualquer falsa modéstia, é de causar inveja e ser objecto de fantasia de muitos (a verdade que seja dita). 

Uma das faces/ alter-ego que mais visito é o da Phoenix (nome provisório), que só se revela quando tenho que fazer ensaios fotográficos sensuais. Ela é misteriosa, sedutora e muito poderosa.

Sou também Nytya, que se revela nas fotos góticas e é, relativamente, mais doce mas ainda forte e Morticia Mors que se revela nas fotos que tiverem a ver com música e é mística.
Todas elas fazem parte de mim e me ajudam a enfrentar cada situação que se apresenta.
Todos nós temos essas facetas ou personalidade.

A palavra Personalidade vem da palavra latina Persona, que era o nome que se davam ás mascaras usadas pelos actores. Este termo Personaevoluiu para a forma figurada de as 'máscaras sociais' que se usam em determinadas situações. Todos as usam, eu apenas dou nomes a elas, porque quero e posso (ahahahaha).


Neste artigo, vos mostrarei algumas das últimas fotos que fiz, para que conheçam um pouco mais de mim, e os meus outros 'eus'.


Phoenix

   



Nytya
                                                                         




Morticia Mors







Como podem ver, cada uma revela algo que a diferencia da outra, mas todas são comuns.

Eu acho que todos deveríamos abraçar os nossos alter-egos, só não concordo com os que usam isso de forma a se aproveitarem dos outros, como muitas pessoas fazem.
Uma coisa é usarmos os nossos alter-egos, que nos são naturais, para nos ajudar a nós próprios e a enfrentar certas tensões, outra coisa é mostrar sermos quem não somos para tirarmos vantagem sobre os outros.

Se cada um se aceitasse tal como é, sem fingimentos, acho que as coisas se tornariam mais simples para muitos e sofreríamos menos com as expectativas que depositamos.


Sejamos felizes com quem faz parte de nós!



quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Superação



Oi pessoal!

Nunca fui forte em doces, confeccionar sobremesas.

Os meus bolos resumiam-se a bolo de laranja batido a mão, pudim de ovos, colchão de noiva (quando acertava no ponto das natas), gelatina e mousses de pacote.



Sempre fui mais forte nos salgados, mas mesmo assim não eram grande coisa.

Quando fizesse uma sobremesa e algo desse errado, eu entrava numa pequena depressão, me achando o pior representante da espécie humana e do universo mulher (por causa da opressão que a sociedade realizava nas mulheres desde os princípios dos séculos até...deixar de ser).
E sempre que pensava em fazer alguma coisa, até mesmo das revistas que a minha mãe comprava (Revista Mulher Moderna - portuguesa) e desse errado, desistia dela.


Da vez que me atrevi a fazer profiteroles, o meu pequeno génio tinha cerca de 6 meses e eu estava a gerir-me para evitar ter uma depressão pós-parto, a massa saiu tão errada e gastei tantos ovos, que jurei nunca mais fazer na vida.
O maridão apanhou um trauma, e cada vez que ouve falar em profiteroles, faz caretas, revira os olhos e parece que vai ter um piripaque ataque cardíaco.




Só depois de ter descoberto o mundo maravilhoso dos cupcakes é que percebi que tinha uma força de superação superior ao que conhecia de mim mesma. Aquela força que nos faz insistir na mesma receita até acertarmos e ela sair do nosso agrado.



Com os erros que aconteciam, principalmente, com o ganache quando talhava, não me deixava abater e tentava corrigir o erro, encontrar soluções, perceber o que tinha acontecido, também porque o dinheiro contado não permitia espaço para gasto desnecessário de material. Com isto em conta, percebi que não podia me dar ao luxo de simplesmente deitar fora a receita quando me apetecesse (como vi em alguns programas).


Enfim, tenho aprendido a superar os obstáculos, esses pequenos obstáculos me ensinam muito sobre viver a vida e tenho aprendido a transportar essa força de vontade em superar os desafios para, não só os cupcakes, como para todos os aspectos da minha vida.



Espero que todos vocês, que estejam a passar por algo que pareça superior a vossa capacidade actua, consigam ter a coragem e consigam as ferramentas para superar os pequenos desafios que a vida nos traz, para com isto, superar o maior.




Coragem!

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Inovando: Mardi Gras Cupcakes


Oi pessoal!

Sou fascinada pela ideia de visitar New Orleans, é o meu sonho de consumo dos EUA, quando for, gostaria de visitar a cidade, embora saiba pouco sobre ela.

O meu lado gótico faz-me admirar a cultura "obscura", o manto de misticismo que existe em torno dessa cidade, que geralmente mostram nos filmes e seriados (a estória da série The Originals desenvolve-se em torno dessa cidade, num cruzamento de bruxas, vampiros, lobisomens, e por aí) e me alimenta o desejo de ir visitá-la...quando puder ser.

(Pois é, a gótica aqui é fascinada por essas coisas... grande novidade)

Esse meu lado reflecte-se muito nas minhas actividades, em especial, nas minhas pesquisas sobre novos sabores,como o caso do cupcake Voodoo, ainda em pesquisa.


No dia que estava a pensar na possibilidade de criar o cupcake Voodoo, estava a pensar nos elementos que poderiam fazer parte dele, e tudo que me vinha á cabeça foi: bourbon e café.

Estranho para voodoo, não é? E é mesmo... mas não para New Orleans. E quando se fala de New Orleans, a primeira coisa em que penso é o carnaval famoso deles: Mardi Gras e os colares verdes, dourados e roxos característicos da celebração e muito, muito álcool, especialmente bourbon nos vários cocktails servidos na altura.





Bem, como é difícil associar bourbon e o café ao voodoo, optei por criar outro cupcake, o cupcake Mardi Gras, que vai ter esses sabores.



Como está ainda em construção, assim como o cupcake Voodoo (sim eu sei, não se acelera o processo criativo) tenho diversas combinações de sabores, a escolher. Posso fazer:

- de chocolate e café com creme de baunilha
- de baunilha com creme de bourbon
- de café com bourbon e creme de baunilha
- de bourbon e chocolate com creme de café e baunilha
- etc


São tantas opções que tenho de me conter para não apanhar um treco esgotamento, mas quando me decidir fazê-lo, terá que ser épico, bombástico.


Entretanto, vou fazendo outras coisas, outros sabores.
Se tiverem sugestões, ponham nos comentários.

Sejam felizes!

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