Oi pessoal!
Sou um universo!
Como ser humano e, principalmente, por ser mulher, sou composta de várias facetas e adoro-as todas.
De vez em quando gosto de visitá-las, e mostro uma faceta diferente do que as pessoas estão habituadas e isso as surpreende porque conhecem um lado meu que afinal desconheciam.
Eu costumo dizer-lhes: 'A minha personalidade é como o meu corpo, é revelada aos poucos'.
Sou mais de calças jeans e blusas do que vestidos ou saias justas, mas quando decido pô-los, revelo o corpo curvilíneo que digo, sem qualquer falsa modéstia, é de causar inveja e ser objecto de fantasia de muitos (a verdade que seja dita).
Uma das faces/ alter-ego que mais visito é o da Phoenix (nome provisório), que só se revela quando tenho que fazer ensaios fotográficos sensuais. Ela é misteriosa, sedutora e muito poderosa.
Sou também Nytya, que se revela nas fotos góticas e é, relativamente, mais doce mas ainda forte e Morticia Mors que se revela nas fotos que tiverem a ver com música e é mística.
Todas elas fazem parte de mim e me ajudam a enfrentar cada situação que se apresenta.
Todos nós temos essas facetas ou personalidade.
A palavra Personalidade vem da palavra latina
Persona, que era o nome que se davam ás mascaras usadas pelos actores. Este termo
Persona, evoluiu para a forma figurada de as 'máscaras sociais' que se usam em determinadas situações. Todos as usam, eu apenas dou nomes a elas, porque quero e posso (ahahahaha).
Neste artigo, vos mostrarei algumas das últimas fotos que fiz, para que conheçam um pouco mais de mim, e os meus outros 'eus'.
Phoenix
Nytya


Morticia Mors

Como podem ver, cada uma revela algo que a diferencia da outra, mas todas são comuns.
Eu acho que todos deveríamos abraçar os nossos alter-egos, só não concordo com os que usam isso de forma a se aproveitarem dos outros, como muitas pessoas fazem.
Uma coisa é usarmos os nossos alter-egos, que nos são naturais, para nos ajudar a nós próprios e a enfrentar certas tensões, outra coisa é mostrar sermos quem não somos para tirarmos vantagem sobre os outros.
Se cada um se aceitasse tal como é, sem fingimentos, acho que as coisas se tornariam mais simples para muitos e sofreríamos menos com as expectativas que depositamos.
Sejamos felizes com quem faz parte de nós!